sábado, 30 de maio de 2015

A fé que quero ter. parte 03

Texto bíblico na Nova Tradução na Linguagem de Hoje

Paulo Francisco dos Santos[1]

 Pela fé eles lutaram contra nações inteiras e venceram. Fizeram o que era correto e receberam o que Deus lhes havia prometido. Fecharam a boca de leões, apagaram incêndios terríveis e escaparam de serem mortos à espada. Eram fracos, mas se tornaram fortes. Foram poderosos na guerra e venceram exércitos estrangeiros.


Hebreus 11.33,34


A fé que quero ter é espelhada nas ações dos irmãos e irmãs que nos antecederam na caminhada cristã, pois eles deixaram um legado que deve ser copiado e vivido nestes dias carentes de testemunho e exemplos a seguir. Não estou dizendo que heróis atuais não existem, mas que há um profundo declínio espiritual no meio cristão que tem possibilitado um parcela significativa de pessoas incrédulas lançarem agressões verbais por diversos comportamentos contrários a verdade do Evangelho de lideranças e membresias enfermas na fé. Um referencial a seguir é a proposta do Evangelho e através da vitória iniciada na cruz do calvário os cristãos adquirem a capacidade de vencer as dificuldades que os cercam durante suas trajetórias nesta vida passageira. Apesar de não estarmos em constante guerra como os personagens bíblicos estamos conforme Efésios 6.12 numa batalha diferenciada, mas tão cruel quanto as pelejas citadas e que fazem vítimas eternas. A fé é o ponto de partida para vencer as lutas que surgirem e realizar proezas como fechar boca de leões, apagar incêndios e escapar da morte à espada e ainda, receber a capacidade de ser revestido de uma fortaleza que deixa a fraqueza no passado e abre o caminho para vitória  sobre todo o reino das trevas. O amor de Deus é incondicional e igual a todos os seus filhos e isso é importantíssimo, pois nos indica que não existe privilegiados e desprivilegiados no tocante a fé e podemos entender que se os heróis bíblicos venceram porque creram, se nós também acreditarmos também vamos vencer. Essa é a fé que nomeia a reflexão três e que quero ter...




[1] Pastor, escritor, poeta, Teólogo e advogado.




sexta-feira, 29 de maio de 2015

Vamos orar!?

Texto bíblico na Nova Tradução na Linguagem de Hoje

Paulo Francisco dos Santos[1]

 Pois tu respondes às orações. Pessoas de toda parte virão te adorar.

Salmos 65.02


O hinário de Israel traz belas canções e textos de edificação incríveis que nos dão consolo, graça e revelam o grande amor divino por seu povo e também por todos que abraçarem a fé no Deus invisível. Uma definição simples da palavra oração é o ato de falar com Deus e segundo o texto em tela é além de ser ouvido receber resposta. Pensemos na seguinte premissa: “Se orar não traz resposta porque então orar?” Porém estamos diante de um texto que diz que a resposta que vem do redentor de Israel é algo tão real que pessoas de toda parte irão adora-lo e tal revelação tem se cumprido, pois o cristianismo é prova fiel da verdade aqui expressa. O imensurável amor do Eterno impulsiona-o a relacionar-se com o ser humano e estar atento a todo aquele que se refugia em busca-lo, mesmo não podendo vê-lo com olhos, mas abrindo o coração e auxiliado pela fé ir ao seu encontro desprendendo-se do comum e de todas as teses que tentam mergulha-lo juntamente com a sociedade na desolação da incredulidade. A oração de quem adora será respondida e a certeza disso deve ser a força que impulsiona quem descobriu na atitude de clamar a oportunidade de ter experiências com Deus. A oração a princípio não é algo fácil, pois de início quem não tem costume irá enfrentar inúmeras oposições, tais como forças espirituais da maldade querendo desacreditar, a barreira da paciência e da pouca prática com as palavras, porém o Senhor Espírito Santo[2] irá prestar uma maravilhosa ajuda ensinando e guiando para que se possa estar continuamente mais próximo a Deus. Quer resposta? Busque, pois que pede recebe, quem busca encontra e quem bate à porta será aberta[3]! E ai!? Vamos orar?

SP, Maio de 2015.




[1] Pastor, escritor, poeta, Teólogo e advogado.
[2] Romanos 8.26.
[3] Mateus 7.07,08.

 


quinta-feira, 28 de maio de 2015

A morte do juiz interior


Texto bíblico na Nova Tradução na Linguagem de Hoje

Paulo Francisco dos Santos[1]

 Pedro respondeu: – Eu nunca vou dizer que não o conheço, mesmo que eu tenha de morrer com o senhor! E todos os outros discípulos disseram a mesma coisa.

Mateus 26. 35


Lembrar da celebre frase convicta de lealdade de Pedro desperta um sentimento de indignação e a primeira coisa que sobe ao coração é lançar palavras de reprovação ao apóstolo que após emitir a afirmação em tela sem titubear negou Jesus. A atitude desleal de Cefas é motivo para que seja acionado aquele botãozinho interior em cada um de nós que nos impulsiona a produzir julgamentos e sentenças que quase sempre estão repletos de falhas, preconceitos e da visão distorcida dos fatos. Ao meditar neste trecho das Escrituras o Senhor Espírito Santo conduziu-me a questionar até que ponto nós meros seres humanos nos auto togamos[2] e sem preocupação alguma falamos coisas que teremos de prestar contas[3] a Deus posteriormente e as vezes, caso sejamos coerentes (verdadeiramente cristãos) teremos de nós humilhar diante daqueles que nossas atitudes produziram males, pois como nos revela Tiago a língua[4] é como um fogo destruidor. A história de Pedro é um referencial de restauração e vemos isso desde a negação a ascensão dele ao posto de pastor da igreja que se inicia em atos e declara que qualquer um que naquela época bradou que ele deveria ir para o inferno ou que não tinha mais lugar no Reino dos Céus pela falha que cometeu, teve de si calar e aceitar a decisão divina de colocar o ex-traidor numa posição de honra. Tal afirmativa não é um declaração apologética ao erro, mas um chamado a abrir os olhos para não assumirmos uma posição que não nos pertence – “A POSIÇÃO DE DEUS” – e com isso, prejudicarmos o nosso relacionamento com o Eterno. Quando Pedro afirmou que não iria negar Jesus não estava mentindo intencionalmente, mas em sinceridade colocou para fora o que estava sentindo naquele momento, porém ele não havia nascido de novo, pois Jesus não havia morrido na cruz e realizado a morte vicária. Além disso, ele não tinha recebido o batismo no Espírito Santo, não estava revestido de poder e mediante a fraqueza e limitação que os descendentes adâmicos possuem fez o que eu, você ou qualquer um na posição e despreparo faria... O verdadeiro juiz viu tudo e sua sentença a Pedro foi o perdão. Quem o condenou ficou cabisbaixo no sentido literal e teve de engolir algo que parecia inacreditável, mas que foi proposito divino – a exaltação daquele que outrora negou o filho de Deus. A humilhação posterior do apóstolo e sua reintegração mostram o grande amor redentor e dão a todos nós atores e coadjuvantes da história salvífica que a morte do juiz interior beneficiará em muito a cada um de nós, pois assumiremos a posição devida de observadores e intercessores evitando o juízo daquele que realmente possui condições de não somente julgar, mas condenar quem Ele quiser.




SP, Maio de 2015.




[1] Pastor, escritor, poeta, Teólogo advogado.
[2] Toga é a vestimenta do magistrado.
[3] Mateus 12.36.
[4] Tiago 3.06.


quarta-feira, 27 de maio de 2015

A fé que quero ter... Parte 02


Texto bíblico na Nova Tradução na Linguagem de Hoje

Paulo Francisco dos Santos[1]

Mas os que confiam no SENHOR recebem sempre novas forças. Voam nas alturas como águias, correm e não perdem as forças, andam e não se cansam.

Isaías 40. 31


Qual é o momento de receber novas forças? Isto parece pergunta retórica, porém o que chama a atenção é que o óbvio perde lugar ao refletirmos na relação Deus e a fé, e seu continuo dinamismo, ou seja, a relação força e fé estão num paralelismo constante que não deve ser quebrado e por isso o Senhor tem destinado a renovação como ferramenta importantíssima para não haver um sepultamento espiritual para os filhos da nova aliança. Partindo da premissa que sem a fé é impossível agradar a Deus e que é Ele que gera, alimenta, edifica e a amplia podemos concluir que há interesse em fazer com que este versículo que estamos meditando seja uma constante na vida de todo salvo. O ser humano é um ser que é concebido por partes pequeníssimas de seus pais (espermatozoide e óvulo) e se torna um gigante se comparado ao estado original, mas a jornada não para neste ponto, pois ele cresce emocionalmente, intelectualmente, socialmente e assim por diante... A fé pode também estar inserida nesta jornada de crescimento e a força que vem de Deus é essencial para que tal fato siga o curso que culminará no que conhecemos como amizade, isto é, referindo-se no relacionamento homem e Deus. A amizade divina proporciona força para que a confiança estabelecida na comunhão que fora comprada na obra redentora de Cristo possa atingir um status em que toda oposição encontrará uma barreira insuperável, indestrutível, irreversível etc... A fé que quero ter está baseada na continuidade do relacionamento iniciado com a entrega total no momento da confissão e acordo de estar aliançado no Evangelho. Essa fé não parou de ser renovada por Deus nos momentos simples do dia-a-dia e também nas tribulações que surgiram em diversas ocasiões. Tal fé não estará prostrada quando aparecerem o inevitável mal descrito em Mateus 6.34, pois é desejo superior que possa a renovação faze-la dar um salto e seguir a carreira proposta rumo ao lar eterno. Essa fé não é uma utopia ou um desejo inalcançável, pois ela já está em mim, como também em todos os seguidores de Cristo semelhante a uma semente, muda ou arvore em desenvolvimento...




[1] Pastor, escritor, poeta, Teólogo e advogado.

 



terça-feira, 26 de maio de 2015

A fé que quero ter... Parte 01

Texto bíblico na Nova Tradução na Linguagem de Hoje

Paulo Francisco dos Santos[1]

Por isso, não fiquem preocupados com o dia de amanhã, pois o dia de amanhã trará as suas próprias preocupações. Para cada dia bastam as suas próprias dificuldades.

Mateus 6.34


O leitor desatento irá concluir em uma breve leitura que Jesus está afirmando que não se deve planejar nada, pois a vida deve ser levada pelo momento... Simplismo puro... Para podemos desmistificar tal tese lembremos que a criação segundo o relato bíblico ocorreu em seis dias e por etapas, o que nos fornece a visão de ordem, padrão, planejamento e capacidade administrativa, e falando em planejamento, por vezes, vemos as Escrituras falarem sobre a Obra Redentora de Cristo como um plano formado antecipadamente[2] e em outra parte do Novo Testamento nosso amado Mestre fazendo referência a construção[3] afirmou que para conseguir levantar-se uma torre é necessário cálculo e planejamento para não passar a vergonha de ser uma pessoa que inicia e não consegue finalizar uma obra. Acredito que estes breves argumentos já nos abrem oportunidade para adentrar no versículo que nos fornece o escopo do pensamento da “fé que quero ter” e iniciar a reflexão sondando o significado da palavra preocupação que personifica inquietação, desassossego, um pressentimento ou perspectiva triste e ainda quando assume a auxese extrema torna-se uma ideia fixa que prende a atenção e impede notar tudo o que está ao redor. Entendendo o tamanho deste substantivo feminino em cautela e sendo criterioso quero anexá-lo a palavra dificuldade (acredito que está não necessita de definição) e discorrer que elas são apresentadas neste texto como acontecimentos corriqueiros na vida de todas as pessoas e que infelizmente podem ter o poder de controlar suas vidas de tal forma que podem produzir uma cegueira temporária ou permanente, pois quem estiver a mercê do domínio delas não usará da capacidade nata que o ser humano tem de buscar uma saída, de usar a inteligência rumo a solução e por fim, estará entregue aos martírios que em muitos casos não chegarão a acontecer. O querido Mestre Jesus jorra entre essas linhas a mais significativa elucidação para quem anda preso a essas duas algozes que é nada mais nada menos do que ter fé. Simples assim. Quem tem fé em Jesus sabe que é limitado e o contexto deste capítulo declara isso de uma forma clara e inquestionável expondo que cada pessoa precisa de Deus para resolver questões grandes como pequenas (lembre-se: “não seja simplista”) e aquilo que não conseguir ser resolvido está dentro da pequenez humana, pois jamais a sua confiança deve estar baseada no mérito próprio que tenta impedir a correta visão de que todos nós em resumo somos a expressão da palavra brevidade. Diante do exposto penso que a fé que quero ter está baseada no redirecionar do olhar, o retirando do comum e passageiro (preocupações e dificuldades) e fixando-o em Jesus que é autor e consumador da fé. Fé esta que irá diminuir o tamanho de todos os gigantes que quiserem paralisar a caminhada cristã, que será a chave de abertura de inúmeras portas (você sabe quais são os nomes delas), que tornaram os quebra-cabeças desta vida mais fáceis de serem montados e ainda, renomearam cada dia como uma nova oportunidade de confiar que não existem acontecimentos que fogem do controle divino.




SP, Maio de 2015.




[1] Pastor, escritor, poeta, Teólogo e advogado.
[2] Efésios 1.11; 3.09,11; Colossenses 1.26.
[3] Lucas 14.28-30.



 

segunda-feira, 25 de maio de 2015

A sede em Salmos 63.01


Texto bíblico na Nova Tradução na Linguagem de Hoje

Paulo Francisco dos Santos[1]

Ó Deus, tu és o meu Deus; procuro estar em tua presença. Todo o meu ser deseja estar contigo; eu tenho sede de ti como uma terra cansada, seca e sem água.

Salmos 63. 01


Ler as Escrituras Sagradas são um privilégio e dão ao ser humano alegria, alimento, paz e a presença maravilhosa que é necessária para que a vida possa desfrutar de sua plenitude! Identificação resume o que acontece quando trilhamos as linhas da Bíblia, pois podemos enxergarmos nas ações de seus personagens e ser impactados por suas verdades que mexem lá no fundo da alma. O texto de Salmos aqui refletido dá base ao que podemos afirmar ser a realidade de todo o ser humano que é a necessidade espiritual de Deus. Ter sede e comparar-se como uma terra em declínio demonstra o qual importante é a presença divina na vida do salmista e proporciona a oportunidade de desnudar a alma de cada pessoa que caminha neste mundo transitório. Jesus afirmou que todos tem sede e só permanecerão sedentos se não quiserem a água que Ele oferece[2], mostrando claramente que toda sequidão que o pecado causou foi removida pela sua vinda e realização da obra redentora. Sabendo disto precisamos ter a mesma atitude do autor do texto em tela e procurar estar na presença, ou seja, se a parte divina foi realizada (e muito bem realizada) a parte que cabe a mim deverá também ser feita e nada poderá impedir quando permito o Senhor Espírito Santo agir em minha vida, pois a necessidade interior deve falar mais alto do que as furtivas e temporais coisas dessa vida que militam contra a fé e a decisão de voluntariamente servir a Deus. Assim, concluímos que ter sede da presença de Deus é algo natural, porém o anormal é permanecer sedento quando gratuitamente é nos oferecido em Apocalipse 21.06: “E continuou: – Tudo está feito! Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim. A quem tem sede darei água para beber, de graça, da fonte da água da vida.”

SP, Maio de 2015.




[1] Pastor, escritor, poeta, Teólogo e advogado.
[2] João 7.37



domingo, 24 de maio de 2015

Carta aberta as igrejas (denominações) sobre a visão celular


Texto bíblico na Nova Tradução na Linguagem de Hoje

Paulo Francisco dos Santos[1]



A igreja que tem base no trabalho celular esta seguindo um modelo bíblico que foi utilizado desde a fundação do cristianismo, pois prima no propósito de evangelismo e realiza uma obra significativa nos dias atuais que as diversas igrejas (denominações)  nos moldes tradicionais, pentecostais, neo pentecostais etc não podem fazer por assumirem uma posição inflexível concernente a programas e eventos que ajuntam sua membresia de um lado para o outro impedindo por vezes a aproximação dos perdidos a fé. Não estamos afirmando que os esforços e todo trabalho dos heróis que seguem o Mestre a milênios não tem preservado a mensagem redentora, mas levantando uma questão e a elucidando, pois tem provocado enormes discussões e até mesmo dissensão no meio cristão. Sabemos que existem ministros bem intencionados e que cumprem uma missão louvável que é trazer ensino e lutar a favor do cristianismo, mas uma grande parcela deles não tem informações sólidas por não pesquisar e buscar entender o fenômeno das igrejas em células causando pesares e imprimindo uma perseguição desnecessária aos irmãos na fé e também a ministros levantados por Deus para colaborar para que a grande comissão seja cumprida nestes últimos tempos. Em nenhum momento da história atual as igrejas celulares se levantaram para tentar mudar as diversas denominações ou empenhar uma campanha para desacredita-las, pois sabemos que o seu papel foi e é importante, entretanto Paulo, apóstolo e autoridade constituída por Deus e colaborador dos fundamentos cristãos afirmou que existem uma variedade de ministérios,  dons, forma de trabalho e de servir, mas quem opera neles e por eles é o Senhor Espírito Santo[2]. Amados lideres que foram salvos e firmados no modelo institucional que lhes concede o privilégio de propagar a mensagem do Evangelho esta é uma carta aberta visando chamar as vossas atenções para a realidade expressa em Efésios 6.12, levando em conta é lógico, situações adversas e problemas realizados por ministros do nosso meio ao vosso trabalho (Lembremos de Atos 15.24), porém faz-se necessário refletir que nem todos os líderes cometeram erros contra a irmandade e que também existem lideranças em todos os seguimentos que não possuem temor a Deus e não honram sua Palavra. Não pertencemos a exércitos que se opõem um ao outro por termos como Senhor e Rei Jesus Cristo e esse é um dos motivos fundamentais para não se jogar numa panela e fazer uma mistura de toda liderança celular lançando palavras de acusação, infamando e brigando, pois tal atitude gera desconforto e atrasa o progresso do Reino dos céus. É costume humano opor-se aquilo que é diferente e causa medo, por este motivo se deve tomar cuidado para que o nosso arqui-inimigo não aproveite a situação e consiga redirecionar nossas forças que devem ser totalmente contra ele para empenharmos no famoso fogo amigo. Não pretendemos formar  teses, exegeses ou quaisquer ações para convencê-los da existência das células (evangelismo nas casas) por não haver necessidade alguma, mas de forma sucinta agarrar-se a verdade de pertencermos a mesma família e temos como Deus um único e verdadeiro Senhor e Rei. A igreja em células está buscando almas em diversos lugares e como os campos estão alvos estamos realizando uma formidável colheita e compreendemos que vosso trabalho e amor também geram vidas e salvação sendo que cada um de nós daremos conta a Deus daquilo que fizemos por intermédio de nosso corpo. Oremos e jejuemos uns pelos outros, pois maior é aquilo que nos une do que qualquer coisa que possa nos separar. Em Cristo Jesus nosso Senhor somos um só corpo (igreja)!




[1] Pastor, escritor, poeta, Teólogo e advogado.
[2] 1 Coríntios 12.04 – 07.